Quem está por trás

Tony Volpon

Ex-diretor do Banco Central. Membro votante do COPOM. Representante do Brasil no G20 e no FMI. Gestor de US$ 350 bilhões em reservas internacionais. R$ 50 bilhões na WHG.

Tony Volpon não é um influenciador que ficou rico e resolveu ensinar. É um homem que esteve nas salas de decisão mais importantes da economia brasileira, e que viu de dentro como o sistema financeiro realmente funciona.

Como diretor do Banco Central do Brasil entre 2015 e 2016, foi responsável pelos parâmetros de risco e alocação dos US$ 350 bilhões em reservas internacionais — recursos que precisavam ser geridos com rigor extremo, num horizonte de décadas, em um dos cargos de maior responsabilidade fiduciária do país.

Como membro votante do COPOM, participou diretamente das decisões sobre a taxa de juros que define o custo do dinheiro no Brasil. Representou o país no G20 e no Fundo Monetário Internacional.

Depois de deixar o setor público, levou essa experiência para a WHG, onde como chefe de investimentos passou a gerenciar o patrimônio das famílias mais ricas do Brasil — R$ 50 bilhões sob gestão, distribuídos em cinco perfis de risco distintos. O ticket mínimo para acessar esse nível de gestão era de R$ 5 milhões.

Eu cresci de frente pra uma favela no Rio de Janeiro. Eu sei o que é ver o dinheiro acabar.

Tony Volpon

A decisão de criar o Do Zero a Paz Financeira veio justamente de quem ele é. Ele cresceu vendo o que acontece com quem não consegue se defender do sistema financeiro, e passou 25 anos aprendendo, do lado de dentro, exatamente como esse sistema funciona.

Em parceria com a BlockTrends — EdTech responsável pelo curso mais assistido da história da bolsa brasileira, com mais de 27 mil alunos, parceira da ANCORD na primeira certificação de criptoativos do mundo, em total conformidade com CVM e Banco Central — ele decidiu abrir o método pela primeira vez para o público geral.

O modelo quantitativo que alimenta a carteira recomendada usa dados do Terminal Bloomberg — a mesma ferramenta que custa R$ 150 mil por ano e que é usada exclusivamente pelos maiores bancos, gestoras e fundos do mundo. A diferença é que, agora, qualquer brasileiro pode receber as recomendações geradas por essa infraestrutura.

Verificável

  • Currículo completo no LinkedIn
  • Registro como ex-diretor do BCB nos arquivos públicos
  • Atas do COPOM com seu voto registradas no site do Banco Central
  • Certificação ANCORD da BlockTrends pública